quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Há tempos, venho ensaiando a doação de sangue por considerar algo importante como ação humana de ajuda e solidariedade. Mas confesso que sempre tive um "medinho", não da agulha, mas medo de passar mal, com fantasias como: faltar sangue a mim mesma depois de ter doado, isso vai me matar, ou vai me fazer falta o sangue doado, estas coisas, bobagem, eu sei, mas fantasia é fantasia. E o tempo vai passando e acabo deixando para depois.
O fato de uma conterrânea e amiga da família ter descoberto estar com leucemia e necessitar de doadores, fez eu reacender a vontade. O sentimento de empatia me fez passar por cima dos medos e receios. Achei que esta era a hora, a oportunidade de ajudar.
Então, hoje pela manhã, me dirigi ao hospital, onde respondi ao questionário, à entrevista e, de forma muito tranquila e acolhedora, fui conduzida à sala de coleta. Fui assistida, assim como os demais doadores, do início ao fim pela equipe de enfermagem que se certificava de minuto em minuto se eu estava bem.
Para a minha surpresa, a doação levou 9 minutos, não senti tontura, fraqueza, enjoo ou coisa parecida, apenas um pouco de sono que atribuo mais ao cadeirão confortável do que a qualquer falta de sangue...rs
O processo é rápido, tranquilo, indolor e é uma atitude de amor à vida.
Estou feliz por fazer a minha parte, pretendo continuar sendo doadora.
Recomendo.
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