quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Há tempos, venho ensaiando a doação de sangue por considerar algo importante como ação humana de ajuda e solidariedade. Mas confesso que sempre tive um "medinho", não da agulha, mas medo de passar mal, com fantasias como: faltar sangue a mim mesma depois de ter doado, isso vai me matar, ou vai me fazer falta o sangue doado, estas coisas, bobagem, eu sei, mas fantasia é fantasia. E o tempo vai passando e acabo deixando para depois.
O fato de uma conterrânea e amiga da família ter descoberto estar com leucemia e necessitar de doadores, fez eu reacender a vontade. O sentimento de empatia me fez passar por cima dos medos e receios. Achei que esta era a hora, a oportunidade de ajudar.
Então, hoje pela manhã, me dirigi ao hospital, onde respondi ao questionário, à entrevista e, de forma muito tranquila e acolhedora, fui conduzida à sala de coleta. Fui assistida, assim como os demais doadores, do início ao fim pela equipe de enfermagem que se certificava de minuto em minuto se eu estava bem.
Para a minha surpresa, a doação levou 9 minutos, não senti tontura, fraqueza, enjoo ou coisa parecida, apenas um pouco de sono que atribuo mais ao cadeirão confortável do que a qualquer falta de sangue...rs
O processo é rápido, tranquilo, indolor e é uma atitude de amor à vida.
Estou feliz por fazer a minha parte, pretendo continuar sendo doadora.
Recomendo.
domingo, 8 de julho de 2012
PLANO DE AULA - RECICLANDO CONCEITOS
Relato sobre a experiência do trabalho com o grupo.
O planejamento da aula, proposta da Disciplina Ensino e Identidade Docente (UFRGS), ocorreu com um grupo heterogêneo de alunos que provêm de diferentes áreas de estudo, como Biologia, Ciências Sociais e Psicologia, dando ao grupo, em função das áreas, o nome BIOPSICOSSOCIAL. A experiência foi bastante rica, porque apesar da diversidade, são áreas que se complementam para tratar do assunto meio ambiente. Sendo da Psicologia, a minha preocupação foi com a ressignificação das relações de consumo e da produção de subjetividades a partir da vivência na Era do descartável. Desta maneira, a proposta foi de que os alunos pudessem manusear e promover, através da transformação dos objetos, novos significados e críticas sobre a produção de lixo e insumos que poluem o meio ambiente. A experiência e o planejamento desta aula foi muito proveitosa e descontraída, acompanhando o clima jovial e descolado do grupo, que viu no assunto "reciclagem e reutilização" um veio interessante para problematizar a preservação da natureza, as relações de consumo e a criatividade, deixando a aula interessante para a constituição de crítica e postura diante do meio ambiente, bem como auxiliando na introjeção do assunto no contemporâneo de forma leve e motivadora.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
quarta-feira, 16 de maio de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
ESCOLA PÚBLICA NOTA 10
http://globoreporter.globo.com/Globoreporter/0,19125,VGC0-2703-11148-2-180874,00.html
COMO MELHORAR O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM? TORNAR O AMBIENTE MAIS ALEGRE E ACOLHEDOR SERIA UM CAMINHO?
http://globoreporter.globo.com/Globoreporter/0,19125,VGC0-2703-11148-2-180874,00.html
COMO MELHORAR O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM? TORNAR O AMBIENTE MAIS ALEGRE E ACOLHEDOR SERIA UM CAMINHO?
A importância da análise do cotidiano
escolar, a utilização do texto didático, merece atenção central e estudos mais aprofundados. Em História, histórias (didáticas): reflexões de ofício e oficina, o autor Renilson Rosa Ribeiro vai tratar dos aspectos relativos a possibilidades de leitura dos manuais escolares e livros didáticos. Leia o texto do link abaixo.
terça-feira, 1 de maio de 2012
MAPA CONCEITUAL
IDENTIDADE E DIFERENÇA
IDENTIDADE E DIFERENÇA – A perspectiva dos Estudos Culturais
Tomaz Tadeu da Silva (org.)(2012)
A história de guerra e conflito entre sérvios e
croatas, permeada por questões sociais e políticas que intensificam a disputa
entre estes povos, é um exemplo de como as identidades se formam, como se
mantém, e inclusive se tornam interdependentes e ligadas por objetivos e sistemas
de significação e classificação culturais que ganham sentido por meio da linguagem,
dos signos e das ações que as representam.
A exclusão e a inclusão são aspectos que fazem
parte do processo de identidade. Ou seja, sou gaúcha, não sou paulista. Nós (gaúchos)
e eles (paulistas) nos diferenciamos pela cultura e todos os valores e
simbologias que estão inseridos naquilo que chamamos de tradição, velhos
costumes mantidos e repassados de geração para geração. O que significa ser
gaúcho vai além do fato de nascer no Rio Grande do Sul, indica uma apropriação
cultural comum a todos que compartilham desta identidade no dia a dia. O uso da
pilcha, o chimarrão e a bandeira incluem os sistemas representacionais que
marcam a diferença entre gaúchos e não gaúchos.
Outro aspecto importante sobre identidade é que ela
é relacional, dependemos do outro para existir. Por exemplo: Qual o sentido do Grêmio existir se o Internacional desaparecesse e
vice versa? A rivalidade esportiva que ambos possuem sustenta a identidade
dos times e torcedores, e todos sabem que ser um colorado não é ser um gremista,
apesar de serem todos possivelmente gaúchos ou brasileiros. Então, entende-se que
a diferença é sustentada pela exclusão, conforme Silva (2012) afirma. Bem como,
a identidade é produzida por questões simbólicas e sociais, nas quais estão
relacionados aspectos materiais e de poder que terão ou não a influência do
tempo nas suas transformações.
Neste sentido, a partir da perspectiva
essencialista, o conjunto de características, muitas vezes baseadas na natureza,
comum a todos que compartilham uma determinada identidade não se altera ao
longo do tempo, mantendo a identidade fixa e imutável. Definindo quem pertence
e quem não pertence a um determinado grupo.
Na perspectiva não essencialista, há o foco na
diferença, nas características comuns ou partilhadas entre os membros do
próprio grupo e outros grupos diferentes, por onde podem ocorrer mudanças com o
passar do tempo.
Conforme Silva(2012), “os discursos e os sistemas
de representação constroem os lugares a partir dos quais os indivíduos podem se
posicionar e a partir dos quais podem falar”. Neste sentido, por exemplo, a
mídia provoca efeitos na construção de nossas identidades, ou de como nos
apropriamos para fazer uso destas. Neste caso, a reprodução de estereótipos
como “adolescente é rebelde”, “mãe é amorosa e sensível”, “magro é sinal de
beleza”, sugere vinculação entre a produção de identidade e a produção de
significados. Daí, a preocupação com a identificação, processo pelo qual nos
identificamos com os outros.
De acordo com os Estudos Culturais, o conceito de
identificação tem sido utilizado para explicar a forte ativação dos desejos
inconscientes relativos a pessoas ou a imagens, refletindo em nós a imagem ou a
personagem apresentada na tela da TV, cinema.
Este fato poderia provocar uma crise de identidade?
Pode-se dizer que ocorre crise de identidade quando
esta se torna um problema ou quando começa a ser questionada, no sentido de que
a identificação com a representação que determinada identidade produz ou que é
produzida, está se reformulando pessoal e politicamente através de movimentos
sociais e particulares.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
SUBJETIVIDADES FEMININAS NA ESCOLA
O comportamento de meninas:
as Evas da contemporaneidade.
Conforme Rousseau (1995), a educação que as mulheres recebem está associada aos homens no sentido de dedicar-lhes inteiramente suas vidas, dispondo-se a servi-los.
Comportamentos femininos associados à história de personagens bíblicos como Eva (pecadora) e Maria (submissa), segundo alguns pesquisadores se mantém na atualidade sob discursos que associam o feminino a alguns comportamentos estereotipados e colaboraram com a naturalização de diferenciação entre posturas de alunas e alunos.
Pode-se dizer que assim como o feminino está associado, inclusive no senso comum, com delicadeza, meiguice, ponderação, tranquilidade, também, está associado à vulgaridade, à prostituição, à fragilidade.
A literatura diz: "elas gostam de apanhar" em Histórias da vida como ela é (Nelson Rodrigues), histórias que falam de um grande amor, de traição, de um primeiro filho que deve ser homem, de beatas, solteironas, amantes e fofoqueiras, episódios que imitam a vida... ou será que a vida é que imita as fantasias descritas em histórias com tom de realidade?
Segundo Freud (1933, p.141) "...aquilo que constitui a masculinidade ou a feminilidade é uma característica desconhecida que foge do alcance da anatomia" . Conforme Calligaris (2005), em Prostituição: o Eterno Feminino "...fundamentalmente, a prostituição representa para a mulher a necessidade de um desejo que pouse sobre seu corpo marcando sua existência". Sempre em função do homem, conforme afirma (Maria Rita Kehl apud Calligaris, 2005) que "a fina investigação relaciona as fantasias de prostituição aos dois grandes vetores de constituição da sexualidade feminina adulta: a paixão de toda menina por seu pai e a imperiosa necessidade de trai-lo para tornar-se mulher.
A violência feminina nas escolas.
Ameaça e prática de violência presentes nos ambientes em que as jovens vivem, como em casa por exemplo, podem ser a causa de tais comportamentos? A violência aprendida como sendo a única forma de solucionar problemas de divergências em casa é reproduzida na escola? A questão do gênero estaria envolvida no entendimento de problema?
O comportamento de meninas:
as Evas da contemporaneidade.
Conforme Rousseau (1995), a educação que as mulheres recebem está associada aos homens no sentido de dedicar-lhes inteiramente suas vidas, dispondo-se a servi-los.Comportamentos femininos associados à história de personagens bíblicos como Eva (pecadora) e Maria (submissa), segundo alguns pesquisadores se mantém na atualidade sob discursos que associam o feminino a alguns comportamentos estereotipados e colaboraram com a naturalização de diferenciação entre posturas de alunas e alunos.Pode-se dizer que assim como o feminino está associado, inclusive no senso comum, com delicadeza, meiguice, ponderação, tranquilidade, também, está associado à vulgaridade, à prostituição, à fragilidade.
A literatura diz: "elas gostam de apanhar" em Histórias da vida como ela é (Nelson Rodrigues), histórias que falam de um grande amor, de traição, de um primeiro filho que deve ser homem, de beatas, solteironas, amantes e fofoqueiras, episódios que imitam a vida... ou será que a vida é que imita as fantasias descritas em histórias com tom de realidade?
Segundo Freud (1933, p.141) "...aquilo que constitui a masculinidade ou a feminilidade é uma característica desconhecida que foge do alcance da anatomia" . Conforme Calligaris (2005), em Prostituição: o Eterno Feminino "...fundamentalmente, a prostituição representa para a mulher a necessidade de um desejo que pouse sobre seu corpo marcando sua existência". Sempre em função do homem, conforme afirma (Maria Rita Kehl apud Calligaris, 2005) que "a fina investigação relaciona as fantasias de prostituição aos dois grandes vetores de constituição da sexualidade feminina adulta: a paixão de toda menina por seu pai e a imperiosa necessidade de trai-lo para tornar-se mulher.A violência feminina nas escolas.
Ameaça e prática de violência presentes nos ambientes em que as jovens vivem, como em casa por exemplo, podem ser a causa de tais comportamentos? A violência aprendida como sendo a única forma de solucionar problemas de divergências em casa é reproduzida na escola? A questão do gênero estaria envolvida no entendimento de problema?
segunda-feira, 16 de abril de 2012
BREVE RELATO SOBRE MINHA TRAJETÓRIA DE
INCLUSÃO DIGITAL
Os primeiros contatos com
computador se deram em casa, principalmente, vendo minha irmã trabalhar com o Sistema
Operacional MS-DOS. O computador era lento, a tela era verde e não tinha
atrativo nenhum, a não ser tentar entender como aquelas informações eram
processadas e ficavam armazenadas. O computador tinha drive de disquete, (pequenos
e grandes) e a tela do monitor era pequena, apesar do tubo ser enorme e pesado.
Quando eu já tinha idade e
necessidade para usar um computador, surgiram os mais modernos, que seria a
ideia do micro computador contendo várias funções relativas ao sistema
operacional Windows e com a proposta para uso doméstico.
Porém um pouco antes disto, ainda
na adolescência, tive a oportunidade de trabalhar no CPD (Centro de
processamento de dados) de um banco público, onde desenvolvi atividades de
busca e pesquisa de benefícios previdenciários dos contribuintes. Percebi que
aquela tecnologia permitiu avançar na qualidade dos serviços, dando maior
agilidade na verificação e liberação do direito pecuniário dos solicitantes.
Trabalhar com isso, na época, em 1993, era estar diante de tecnologia de ponta
no que diz respeito a processamento de dados institucionais.
Em seguida, aproximadamente 2
anos, o uso doméstico de micro computadores foi disseminado, inicialmente, com
o uso de aplicativos para desenvolvimento de textos, planilhas eletrônicas,
apresentação de slides, jogos; e, em torno de 1997, o advento da internet (rede
mundial de computadores) garantiu a possibilidade de realizar pesquisas,
conversas em chats e MSN, que, consequentemente, chegaram a redes sociais,
sites, propagandas, conexões mundiais. Vale lembrar que comecei utilizando a
internet discada que era o horror da casa, pois disputava a linha telefônica, e
o uso era mais frequente no final de semana em função do baixo custo para se
fazer a conexão da rede.
Parece que, após a transição daquele computador
de tela verde para os modernos, não conseguimos prestar mais atenção nos
detalhes das mudanças tecnológicas, dada a velocidade que as mesmas acontecem. A
banda larga e o sistema WIFI foram conquistas significativas no que tange o acesso
mais abrangente e facilitado à rede de internet. Paralelo a isso, o surgimento
do telefone celular e de outros aparelhos eletrônicos contribuíram com o
aprimoramento e a mistura de tecnologias em um mesmo produto, como os telefones
multimídia, notebooks, tablets, etc. Atualmente, como a maioria das pessoas que
possuem acesso a estas tecnologias, costumo acessar sites e redes sociais e,
até mesmo, realizar compras ou consultas bancárias, na Universidade, no
trabalho, em viagens, no ônibus, no Parque, enfim, em qualquer lugar que há
disponibilidade de rede e quando tiver necessidade.
quarta-feira, 28 de março de 2012
Mídia e Tecnologias Digitais em Espaços Escolares: Como criar um blog?
Mídia e Tecnologias Digitais em Espaços Escolares: Como criar um blog?: Olá pessoal! Como vocês já sabem, cada grupo terá um blog para publicar os materiais construídos na disciplina.Para quem nunca postou ou n...
sexta-feira, 16 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
SHOOT THE SHIT
É um grupo que trabalha pelo seguinte objetivo e filosofia de vida:
"A gente acredita que é mudando a atitude das pessoas que a cidade melhora. Quando uma pessoa entende que faz parte de algo maior, ela passa a agir como um cidadão do bem. E é aí que entram as nossas ações, para fazê-las pensar, debater, e, acima de tudo, mudar. Se você tem alguma ideia para melhorar a cidade e acha que sozinho não vai conseguir colocá-la na rua, então talvez a gente possa te ajudar. Mande a sua ideia. Compartilhe o que você acredita que possa ser do bem. Ideias não nasceram para ficar guardadas na gaveta.
Nós não somos uma agência de propaganda. // Nós não somos uma empresa. // Nós queremos apenas tirar todas as ideias da gaveta.
A Shoot The Shit não é nossa. Ela é de todo mundo. Entra em contato com a gente e vamos fazer coisas iradas juntos. "
VAMOS VALORIZAR A NOSSA CIDADE E CUIDAR DELA COMO ELA MERECE.
domingo, 11 de março de 2012
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